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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

30
Mar14

Páscoa da Princesa


Sofia Serrano

A Catarina é uma inspiração. Por todos os motivos e mais alguns. Hoje está linda, saudável, e de bem com a vida. 
E porque a paixão por comida da Catarina se tornou numa filosofia de vida saudável, no dia 13 de Abril, o Amoreiras Shopping Center vai receber a "Páscoa da Princesa", um mercado com várias bancas dedicadas à comida, bloguers, pequenas marcas e negócios. Um mercado dedicado a uma vida mais saudável e feliz, com muitas actividades para fazer em família, sabores para conhecer, workshops e showcookings.
Eu também tenho o privilégio de poder participar na Páscoa da Princesa e vou lá estar com uma palestra especialmente para grávidas.
Dentro em breve terão todos os pormenores, mas marquem já na agenda.


[não é preciso inscrição, basta aparecerem entre as 10h e as 23h]
29
Mar14

5 coisas que todas as mães deixam de conseguir fazer


Sofia Serrano

A maternidade equivale a mudança, já toda a gente sabe disso. Não vale a pena pensarmos que tudo vai continuar igual depois de aqueles seres fofos e pequenos invadirem as nossas vidas - leia-se "filhos". Ser mãe implica mudar hábitos e rotinas - e aposto que concordam comigo em muitos destes pontos, que deixam de ser possíveis quando nos tornamos mães:

1. Ir à casa de banho sozinhas. 

Curiosamente, cada vez que uma mãe vai à casa de banho, tem de ter os filhos atrás. Cá por casa é certo e sabido que é a altura em que a maior quer contar alguma coisa que aconteceu na escola e o mais pequeno de certeza que quer colo ou atenção, e se for preciso deita-se no tapete da casa de banho enquanto tomo duche.

2. Fazer um telefonema sem interrupções.

Podem estar sossegados a brincar, ver televisão ou a fazer um desenho, mas se o telefone de casa ou o telemóvel tocam, é certinho: repentinamente querem dizer-nos uma coisa muito importante, ou pedir alguma coisa, ou zangam-se por causa de algum brinquedo e há choradeira pela certa. E se for um telefonema importante, então, o volume do barulho é maior ainda.

3. Dormir até ao meio-dia (pelo menos ao fim-de-semana?)

Não vale a pena termos ilusões. A maternidade tem coisas maravilhosas mas "poder descansar à vontade" não está incluído na lista. Pronto, há alguns pais que terão a sorte de terem um filhos dorminhocos, mas a grande maioria pode contar com miúdos madrugadores - ou que durante a semana não se querem levantar da cama, mas assim que chega sábado, acordam com as galinhas e têm fome, xi-xi e querem companhia para brincar. 

4. Comer uma refeição sossegada.
Aquele clássico de "comer tranquilamente" que existia na nossa outra vida, será provavelmente só uma boa memória até eles terem...uns 30 anos? Primeiro quando são pequenos, os horários são eles que os ditam com a altura em que querem leite (e andamos entre mamas e biberões e até nos esquecemos de almoçar). Depois precisam de ajuda para comer, ou despejam o prato da sopa pela cabeça, ou há birra para comer os brócolos, ou outra coisa qualquer. E, portanto, vamos dando umas garfadas na comida entre estas aventuras que uma mãe tem de resolver, e acabamos por comer a refeição fria e já depois de todos terem comido.

5. Dormir uma noite inteira.

Dizem-nos sempre na altura da gravidez "aproveita agora para dormir, porque depois...". Pronto, só percebe esta afirmação que tem de passar meses (anos!) a acordar de 3 em 3 horas para dar leite aos filhos, tapá-los, pôr chuchas, levar água ou acalmar pesadelos - entre outras coisas que não fazíamos ideia que se passavam durante a noite. E não, não dá para armazenar sono para gastar na altura da maternidade - por isso, as mães têm esta capacidade de se adaptarem a dormir "num instante" e ainda estarem frescas e lindas para ir trabalhar no dia seguinte.










28
Mar14

Não sei que mundo vou deixar aos meus filhos


Sofia Serrano

Lembro-me de ser pequena e de gostar de estudar História com o meupai. Gostava em particular das conquistas dos Portugueses nos Descobrimentos,do nosso não conformismo com o que tínhamos e o desejo de ir mais além, mesmoque isso implicasse mergulhar no desconhecido.
Lembro-me de achar que cada facto histórico era uma pedra numcaminho a construir para um mundo melhor. E o meu pai contava-me pormenores quenão apareciam nos livros de História e eu adorava.
Sempre achei que a nossa missão era viver bem neste mundo. Comrespeito pelos outros. Com respeito pela natureza. Com respeito por nóspróprios. Que cada ano que passava estávamos a contribuir para um mundo melhor,para estarmos melhor no nosso país, na nossa Terra. Para sermos melhorespessoas.
Mas quando paramos para olhar à nossa volta, nesta correria do diaa dia, apercebemo-nos que as nossas conquistas históricas se têm vindo aperder. Deixamos o mar, porque nos disseram para o fazer. Deixamos de produzirlocalmente. Deixamos de nos ouvir uns aos outros. Passamos o dia com a cabeçaenfiada na areia, entre o stress do trabalho, do trânsito, da tecnologia. Nãosabemos o nome dos vizinhos, comemos fast-food e passamos os dias em frente aoecrã - do computador, da TV, do iPad, do telemóvel. Há lixo que se acumula dasembalagens excessivas que os objectos trazem. Gastamos os recursos que oplaneta não tem. E a honra, a confiança e a solidariedade são palavras compotencial para desaparecerem do dicionário.
Não sei que mundo vou deixar aos meus filhos.

A única coisa que eu sei que mantemos e que lhes quero ensinar,porque tem potencial para fazer mudanças assombrosas, é a palavra "esperança".
(também podem ler esta e outras crónicas aqui)




26
Mar14

Chocolatólicos, hoje é o nosso dia


Sofia Serrano

Hoje é o Dia Mundial do Chocolate!!
(se bem que por aqui todos os dias são bons para comer chocolate!)



Algumas curiosidades acerca do chocolate:

1- Chocolate é um termo grego que significa “alimento dos Deuses” mas começou por se chamar “Theobroma”.

2- A Costa do Marfim é o maior produtor de cacau. O país africano cultiva o equivalente a 32% da produção mundial.

3- Diz-se que a primeira chocólatra do mundo foi a princesa espanhola Ana de Áustria. No início do século XVII, o chocolate ainda era somente uma bebida à base de cacau mas a princesa não passava um dia sem a sua dose e é considerada a responsável pela chegada do chocolate à França.

4- Na Europa do século XVI, o chocolate era recomendado como remédio para curar febres, aliviar dores de estômago e refrescar o corpo nos dias quentes.

5- O chocolate branco não é chocolate de verdade! É feito com a manteiga do cacau misturada com leite e açúcar.

6- Na Suíça, cada cidadão consume em média 10kg de chocolate por ano.

7- O chocolate estimula a produção de hormonas semelhantes às que são produzidas quando estamos apaixonados. Ele ajuda no combate à depressão, à hipertensão, aos tumores e ao stress.

8- Chocolate já foi mais valioso que o ouro e a prata no império asteca.

9- Foi em 1875, que o suiço Henri Nestlé juntamente com Daniel Peter desenvolveu o primeiro chocolate ao leite da história.

10- Portugueses comem cerca de 1,5kg de chocolate por ano



25
Mar14

O resultado!!!


Sofia Serrano

Acho que, tal como o bom tempo, este foi um dos passatempos mais apetecidos dos últimos tempos. Eu confesso que até tenho pena de não poder participar, porque dá vontade de ganhar tudo :)


Foram consideradas válidas 268 participações. E o senhor random, que manda nisto, diz que o vencedor que vai ter a MEGA sorte de ficar com estes prémios todos é....


Teresa Gomes

Parabéns Teresa! Por favor entre em contacto com as marcas através das respectivas páginas de facebook.

Dentro em breve mais passatempos giros com Café, Canela & Chocolate!



24
Mar14

Miúdos com estilo


Sofia Serrano

Não há nada como a primavera e os dias longos. E eles adoram aproveitar o bom tempo! Brincadeiras no parque, andar de bicicleta e jogar à bola, idas à praia, tudo é divertido.
Confesso que uma das minhas coisas preferidas deste tempo bom que se aproxima são as peças de roupa leves e coloridas que finalmente podemos vestir. E para os mais pequenos, chegou uma fantástica colecção, carregadinha de cor e estilo, e acima de tudo, com preços muito convidativos. 
Gosto de os vestir com roupas cheias de pinta, mas que sejam confortáveis e práticas para eles brincarem.
Por isso, vai ser difícil resistir à nova colecção da La Redoute, que está TOP:







Adoro o estilo cool e descontraído, e os acessórios estão demais - os botins, os chapéus e boinas marcam a diferença.




E para os mais crescidos, roupa cheia de estilo:




Para além disso, ao fazerem a vossa encomenda em laredoute.pt  ainda podem receber uma destas toalhas de praia (aqui em casa já tenho dois miúdos aos pulos, porque estas são MESMO as personagens preferidas deles!). Não se esqueçam de pôr o código 8300 na encomenda!


Podem ver mais aqui...e toca a aproveitar o bom tempo!






22
Mar14

15 Hotéis para onde queríamos ir já


Sofia Serrano

A semana passa a correr, entre trabalho, miúdos, coisas da casa e mais trabalho, e quando chega o fim de semana confesso que só me apetece ir de férias uma boa temporada. Estes raios de sol fazem com que a vontade de passar uns dias de papo para o ar, a trabalhar para o bronze, de preferência com um pezinho dentro de água seja um desejo difícil de conter. Por isso, para não nos cansarmos muito, há hotéis por aí no mundo que estão mesmo em cima do mar e ainda têm uma piscina incluída. 
Aposto que não se importavam de receber uns vouchers para passarem uns dias por aqui:


Royal Over Water Villa, St. Regis Bora-Bora

Ocean Haven Pool, W Retreat Spa, Maldivas

In Ocean Pool Villa Infinity Pool, Angsana Velavaru


Hilton Bora Bora Nui, Polinésia Francesa

Anantara Dighu Resort

Lily Beach

Coco Bodu Hithi

Anantara Kihavah Villas

Baros

Conrad, Maldivas

Huvafen Fushi

Le Meridien, Bora Bora

Nyiama

Villa Muthee Deck and Infinity Pool, Shangri-La Villingili

Velassaru

Podem ver mais aqui.





21
Mar14

Hábitos antigos


Sofia Serrano

Dicionários e enciclopédias, em papel verdadeiro, onde consultávamos tudo o que precisávamos (quem não os tinha nas prateleiras lá de casa quando éramos crianças?). Cadernetas de cromos, cromos para a troca, cromos difíceis de saírem nas saquetas. Folhinhas de cheiro que coleccionávamos sem saber bem para quê. Pequenas coisas. E liberdade. E também isto.



20
Mar14

Dicas para as grávidas #19: Vale a pena arriscar um parto em casa?


Sofia Serrano


O parto é algo que faz parte da nossa natureza enquanto mulheres. 
Está provado que a sensação de segurança e privacidade da mulher em trabalho de parto vai influenciar o mesmo. Por isso, este evento fundamental e transformador da vida deve ocorrer num ambiente optimizado: o ambiente do parto deve ter em conta os novos desenvolvimentos em termos de atitudes e prática, e ao mesmo tempo permitir manter toda a segurança.
Sabemos que as mulheres dão à luz desde sempre, mas antes da medicalização do parto e do parto nos hospitais, a mortalidade peri-natal e materna era extremamente elevada. 
No entanto, cada vez mais mulheres optam por um parto em casa, porque não se identificam com o ambiente hospitalar tradicional. 
Os partos no domicílio têm como vantagem a grávida estar no seu próprio ambiente, haver menos restrições e menor interferência em termos de trabalho de parto. Mas será seguro?


Em países como o Reino Unido, a taxa de partos no domicílio ronda os 2%; na Holanda, por outro lado, 30% das mulheres têm o parto em casa. Este tipo de parto só será aconselhável para gravidezes de baixo risco - mas aqui levanta-se uma grande questão: o que é uma gravidez de baixo risco?  
Na realidade, as complicações são muito difíceis de antecipar, e o que parece ser uma gravidez com risco mínimo, pode, subitamente, tornar-se numa situação complexa, com risco para a vida da grávida e do bebé. Como num descolamento de placenta ou num prolapso do cordão umbilical, em que minutos fazem a diferença. 
Para além disso, é fundamental que a parteira/responsável pelo parto saiba reconhecer problemas e transfira a grávida para o hospital assim que necessário. Deve também ter experiência em emergências obstétricas e ser capaz de manter um suporte básico de vida à mãe e recém-nascido em casa, se necessário. E existir uma rede de suporte que permita fazer chegar a grávida ao hospital num máximo de 30 minutos.
A verdade é que a ideia de um parto num ambiente acolhedor (o nosso ambiente) é fabulosa. Com privacidade, tranquilidade, sem interferência de gente estranha. Mas todos conhecemos a mediática história da apresentadora de televisão que esteve 3 dias em trabalho de parto e que acabou por fazer uma cesariana. Ou da australiana defensora do parto no domicílio que morreu de hemorragia pós parto, em casa.
As sociedades internacionais também não se entendem: no Reino Unido, 
o RCOG considera que "não há razão para que o parto no domicílio não seja oferecido a mulheres com baixo risco de complicações” e que há "benefícios consideráveis para a grávida e família". Do outro lado do oceano, os americanos da ACOG são contra os partos no domicílio, porque defendem que  “apesar do parto ser um processo fisiológico que ocorre na maioria das mulheres sem complicações, a monitorização da grávida e feto durante o parto num hospital é essencial já que mesmo uma gravidez de baixo risco pode passar a alto risco inesperadamente”. 
Em Portugal, não há um parecer oficial divulgado, mas alguns médicos têm-se mostrado contra esta prática. 
Muitos têm, no entanto, defendido uma melhoria do ambiente hospitalar onde as mulheres têm os seus bebés, para que haja mais tranquilidade e um ambiente mais acolhedor, mantendo-se toda a segurança da pronta intervenção perante uma situação de risco eminente.




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