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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

31
Out14

Halloween


Sofia Serrano

O Halloween é uma tradição de origem celta, também conhecido como Samhain.
No fundo, comemora-se o fim de um ciclo e o início de outro.
E apesar de não ser uma tradição tipicamente portuguesa, as comemorações do Halloween têm-se introduzido na nossa cultura, principalmente através da escola dos nossos filhos.
Cá para mim, é uma boa desculpa para uma festa com amigos.
Que seja um dia deliciosamente assustador!


29
Out14

Em modo extra-café


Sofia Serrano



Ginástica de horários. 
É o que é preciso fazer quando se tem de fazer 24horas de urgência, o pai tem de ir para fora em trabalho e há dois miúdos para cuidar. 
Muita ginástica, associada a uma quantidade brutal de café, que para sobreviver a uns dias, pode ser preciso trabalhar non-shop noutros.
Tudo se vai conseguindo. 
Ainda por cima li no Público que quem nasceu no Inverno (como eu!) é mais bem disposto e tem menos tendência a irritar-se. 
Por isso, é sorrir e continuar!
Bom dia e bom café :)
28
Out14

Ainda sobre sexo


Sofia Serrano


Um amigo (que também é médico) dizia-me ontem que eu tinha sido muito branda a escrever este post. Gostou, mas faltavam coisas. Que devia dar a perspectiva hormonal da "tragédia". Que a realidade era mais dura (bem mais dura!) do que eu a pintava, e que isto de ter filhos era uma coisa muito séria para um casal - a grande maioria dos divórcios acontecia nos primeiros três anos dos filhos, e os problemas sexuais desta fase contribuiam muito para isto. É uma altura complicada e é preciso muita força de vontade para continuar e ajustar a (nova) relação a três - porque é preciso reorganizar o espaço da mãe, do pai e do filho.

Escrevi o "Então e o sexo depois dos filhos?" na minha perspectiva de mãe e acho que dar um toque divertido ajuda a falarmos de assuntos que às vezes são delicados para nós mas nem por isso menos importantes. E este é fundamental. A intimidade a dois ajuda a construir uma relação. Adicionar um terceiro elemento vai complicar tudo. E é preciso ajustarmo-nos.
Por mais que estejamos preparados, a vida muda mesmo depois dos filhos. E biologicamente, a mulher depois do parto está predisposta a ter toda a atenção voltada para o filho - a hormona que promove a amamentação acaba por deixar a mulher com muito pouco desejo sexual (ou mesmo nenhum), e os métodos contraceptivos (como a pílula) podem prolongar este estado. O pai não tem estas flutuações hormonais complexas, e portanto continua naturalmente predisposto para o sexo.
É preciso unir esforços para sobrevivermos (felizes!) a esta fase. As hormonais influenciam-nos, as noites sem dormir também, mas o amor pode vencer muita coisa.
E às vezes contarmos as coisas de uma forma divertida ajuda-nos a lidar com elas - e a arranjarmos estratégia de sobrevivência.

Gosto muito que partilhem as vossas opiniões e perspectivas, obrigada pelas mensagens e pelo feedback dos posts! (Keep going!)





28
Out14

Print my world


Sofia Serrano

Hoje acordei com vontade de rever fotografias. Daquelas que adoramos, e que partilhamos, mas que entretanto nunca mais vimos, porque estão esquecidas no telemóvel, ou no computador. 
Adoro pegar em fotos antigas e senti-las. Sentir as memórias, tocar o papel.
Agora já não há desculpa para viver estes momentos mais vezes.
A Print my World é uma empresa portuguesa, que promete trazer de volta as sensações fabulosas de ver e rever fotos de momentos que nos marcaram. 
Se, como eu, são amantes do instagram, porque não eternizar as vossas fotos preferidas?
Obrigada Print my World, por trazeres de volta as fotos em papel :)



(basta irem a www.printmyworld.pt e está tudo lá!)
27
Out14

Vida (im)perfeita


Sofia Serrano


Hoje parece que está mais frio - será o Outono, finalmente? 
Também podemos ter em conta o facto desta mãe ter uma vontade desgraçada de voltar para debaixo do edredon, visto que a gastroenterite do mais novo passou para a miúda, e tivemos uma night super-animada, alternando entre atenção a um e a outro, lavar miúdos, roupa e rezar para esta virose passar rápido e voltarmos a dormir e comer decentemente.

Não, a vida do pessoal dos blogs está longe de ser perfeita - pelo menos aqui nesta casa, desta mãe, que escreve neste blog. 

Por aqui também chegam os vírus e há mães cansadas e filhos que não estão sempre impecavelmente vestidos, que têm ranho e tosse, que fazem birras e que despejam um frasco de purpurinas pela casa quando já estamos naquele ponto de rebuçado. 
Pontos positivos: hoje só trabalho à tarde, por isso ainda dá para fazer de médica dos miúdos. E há café a potes em casa. Porque depois os menus resumem-se a canja, bananas, água com açúcar às colheradas e iguarias do género.

Boa segunda!
26
Out14

Então e o sexo depois dos filhos?


Sofia Serrano


Quando decidimos ser pais, recebemos imediatamente uma lista interminável de avisos, de todas as pessoas que conhecemos, e de quem encontramos ocasionalmente na rua ou noutro lado qualquer. Super-informados e prontos para ajudar o próximo na sua futura entrada para o mundo dos filhos. A dita lista, claro, inclui coisas como "Durmam agora que depois é que vão ser elas!", "Aproveitem para sair à noite e ir ao cinema que depois é quase impossível!" e outras tantas frases do género - para além de múltiplas opiniões sobre como educar uma criança.
Curiosamente, entre as menos ouvidas está: "Aproveitem agora o sexo que depois...ui!!!"
Ora que é exactamente a propósito de sexo depois de termos filhos que escrevo este post.

Na verdade, temos de admitir que há mudanças brutais a este nível. 
Quando éramos solteiros, a liberdade e a espontaneidade eram o mote. Todas as desculpas eram boas para dar azo à imaginação e a qualquer hora havia disponibilidade física e mental.
Depois...vem a gravidez.

Ora até pode acontecer calharmos naquele grupo que tem mais apetite sexual e prazer durante a gravidez - e aí corre tudo às mil maravilhas.
Mas se tivermos o azar de andar nauseadas, com sono, com as hormonas em turbulência e com vontade de chorar a cada 15 minutos, a disposição para o amor começa-se a complicar. A tensão mamária dificulta as coisas, o volume abdominal começa a limitar posições, e só com muito boa vontade e imaginação é que conseguimos manter o ritmo anterior - tudo pior se houver alguma complicação e o médico nos puser de castigo durante as 40 semanas...mais 6 de puerpério. Drama.

Quando finalmente acontece aquele dia mágico em que nasce o nosso filho - o parto!-, somos tomados por mil emoções. Uma das coisas que não nos passa na mente na altura do parto é sexo. 

Noites sem dormir, o filme da amamentação, pais exaustos. Nada de sexo.
No entanto, à medida que as coisas regressam à normalidade, lembramo-nos que isso de facto existia. 
Depois de passado o tempo de recuperação, lá pensamos que está na altura de retomar a vida em todos os sentidos - mas curiosamente, a nossa mente de mães parece ter o wireless ligado no modo "filho" (os pais também, mas um bocadinho mais fraca).
O marido arranja um jantar romântico, há lingerie sexy, começa-se a criar o ambiente e...o bebé chora. Acalma-se a criança rapidamente, para retomar onde íamos e...chora outra vez. E outra. Aliás, é curioso como cada vez que pensamos em sexo, o bebé precisa sempre de alguma coisa. E é difícil concentrarmos-nos com aquele ser fofinho a chamar a nossa atenção. Portanto, é preciso descobrir o timming ideal. Bolas. 

Lá conseguimos convencer os avós a ficar com o miúdo ao fim de semana e planeamos vingarmos-nos com o marido. Arranja-se champanhe e morangos para aproveitar à grande não haver crianças em casa. E aproveitamos: às 10 da noite adormece-se no sofá e dorme-se uma noite inteira e seguidinha, como já não acontecia há séculos ( e é bom!). Bolas, quase melhor que sexo. Mas sexo, nada. Ou muito pouco.

À medida que a criança cresce, começamos a gerir melhor as rotinas. E descobrimos que quando ele adormece cedo, lá conseguimos sentar-nos no sofá os dois para namorar um bocado (desiste-se de ir para a cama, porque 5 minutos depois, há miúdos lá deitados, que querem dormir com os pais). Fica-se sempre na dúvida se pomos o volume da TV alta (para a criança não ouvir barulhos estranhos e vir ver o que se passa) ou baixa (para nós ouvirmos se o miúdo está em risco de acordar e aparecer na sala). Volume médio, portanto. E rezamos. Lá tentamos não nos entusiasmar muito, para não deixar cair o comando ou qualquer outra coisa no chão que possa fazer barulho. E sentimo-nos novamente adolescentes.

Portanto, o sexo depois de sermos pais é mais ou menos igual à altura em que vivemos com os pais: às escondidas, silencioso e quando se pode :)

(Recomendam-se vivamente fins-de-semana a dois para sobrevivermos a esta coisa da parentalidade!)

...e se quiserem ler um inquérito britânico sobre este tema, aqui. (já é antigo, mas dá uma ideia)





25
Out14

Ah pois, então e o euromilhões...


Sofia Serrano

Não, não saiu cá em casa. 
Ontem ainda fui para a cama a imaginar essa remota possibilidade, já que nem conseguiamos aceder ao site. 
Mas saiu-nos outra coisa: uma virose do mais pequeno. Noite acordados com febre alta, daquelas chatas de baixar, que precisam de alternar ben-u-ron e brufen. Dia com miúdo a querer colo e mimo, sem querer comer, ainda com febre.
Não era bem o que tinha imaginado para o fim de semana. Está calor, parece que a água do mar está a 22º, e mesmo sem o euromilhões, tinha sonhado com uma ida à praia.
Improvisamos. Trata-se do pequeno, contam-se histórias, tenta-se que coma.
E mima-se a maior: fizemos um bolo juntas (fui experimentar esta mistura) e dedicamo-nos a imaginar fatos para as bonecas - e recortá-los e colá-los.
Agora o meu euromilhões era mesmo o miúdo ficar bom num instante.


 Fica uma delícia. Podem arriscar se virem à venda ;)

Um livro muito giro para criar vestidos de noite. Tem moldes, tecidos e acessórios para colar. Diversão garantida.


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Os meus livros

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