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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

21
Nov17

Jantar a dois: Segundo Muelle


Sofia Serrano

Sempre que vamos visitar a família ao fim de semana, aproveitamos para umas escapadinhas a dois. Um jantar especial é um dos nossos programas favoritos, enquanto os miúdos matam saudades dos avós.

Este sábado fomos experimentar o Segundo Muelle, um restaurante Peruano mesmo ao lado do Mercado da Ribeira e gostamos tanto que não quis deixar de vos falar sobre ele aqui no blogue.

O ambiente é muito acolhedor e o staff simpáico.

A comida, essa, é maravilhosa!

A ementa do Segundo Muelle é composta por pratos originalmente peruanos que apresentam influências Chifa (fusão da cozinha chinesa com peruana), Nikei (fusão da gastronomia japonesa com peruana), Mediterrânicos (influencia espanhola e italiana) e Crioulos (influencia africana). A acompanhar os pratos, uma ementa de cocktails peruanos, confecionados com o tradicional Pisco, com destaque para o Pisco Sour, que provamos e aprovamos! Também experimentamos o Sangre de Toro, uma espécie de sangria mas um pouco mais doce do que a nossa.

 

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20
Nov17

Está aberta a época Natalícia!


Sofia Serrano

Está a chegar aquela altura do ano: da magia,da partilha, dos amigos e família.

E claro, das brincadeiras, dos doces, dos jogos, das gargalhadas!

A festa de Natal da Lego já se tornou numa tradição, onde reencontramos amigos, provamos as delícias do Natal e acima de tudo, bricamos com os intemporais Legos!

E o hotel Fortaleza do Guincho tem a magia certa para entramos no espírito da época:

 

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16
Nov17

O Despacito dos Médicos!


Sofia Serrano

Quem já leu o "Confissões de uma Médica", sabe que eu falo sobre o percurso dos médicos, em particular na Faculdade de Medicina de Lisboa - e a Noite da Medicina também lá está!

Este ano, os futuros médicos continuaram a tradição - deixo-vos o vídeo da paródia ao Despacito, devidamente adaptado à vida de um estudante de Medicina :)

 

 

14
Nov17

Passatempo Clementoni - jogos didáticos para os miúdos


Sofia Serrano

Está a chegar o Natal e andamos todos a pensar em bons presentes para oferecer aos mais pequenos.

Eu gosto muito de lhes oferecer jogos. Divertem-se muito, aprendem, riem!

Por isso, em parceria com a Clementoni, surge o primeiro passatempo de Natal, com 3 jogos para oferecer aos leitores do blog:

 

Um jogo "Primeiras Palavras" – Para aprender a reconhecer as letras e compor palavras divertidas

Um jogo "Aprendo Inglês" – Aprender inglês nunca foi tão divertido com cartões coloridos e com vários níveis de dificuldade

Um jogo "Os Números" - Para aprender a contar e associar números e quantidades

 

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13
Nov17

Coisas que se passam cá em casa às 6 da manhã!


Sofia Serrano

Acordo em sobressalto com um "Mãaaaaeeeeeee!".

(aquele momento que dispara uma mola no nosso corpo e nos faz abandonar em milionésimos de segundos o quentinho da cama e correr em direção ao quarto dos miúdos)

A M. dormia tranquilamente. Era o mais pequeno.

- Está tudo bem? - pergunto eu, ainda a tentar manter pelo menos um olho aberto - Ainda não tocou o despertador, podes dormir mais um bocadinho!

- Mas mãe! Lembrei-me agora que a escultura com castanhas que fizemos ontem para a escola não se pode chamar "A lagarta e a sua casa". Eu fiz-lhe patas! É a formiga! Enganei-me! Podemos corrigir?

- Claro! Quando acordamos já te ajudo a tratar disso. Agora dorme.

(lá me deitei ao pé dele na esperança de que voltasse a dormir. Mas ele dava voltas e mais voltas na cama)

- Mãe?

- Sim?

- Sabes, não estou a conseguir dormir porque não tenho a certeza quanto é 14+14.

- O quê?

- Sim! 14+14! é 18? Ou 28? Não tenho a certeza!

- É 28, mas tu só tens 5 anos, ainda não precisas saber essas contas todas. Podes dormir!!! (e eu também podia se tu dormisses!)

- Ok, ok. Mas 400 + 400 é 800, não é mãe??????

 

(socorro! tenho um matemático às 6:00 da manhã)

 

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08
Nov17

Os miúdos precisam saber sobre sexualidade?


Sofia Serrano

Deparei-me há alguns dias com uma série de comentários na net sobre o facto de que as crianças estavam a falar de sexualidade muito cedo na escola. Estes pais questionavam o porquê de se falar a miúdos de 8 anos sobre o aparelho reprodutor, sobre engravidar e uma série de outras coisas, quando deviam estar a falar de "coisas importantes" (que suponho seriam todas as outras). Um verdadeiro coro de indignações.

 

Curiosamente, o que me parece a mim, é que os nossos miúdos não têm a formação adequada ou suficiente na área da sexualidade.

Eu explico melhor : apesar de serem uma geração com acesso a muita informação em vários meios de comunicação (desde internet , à televisão e revistas), os curriculos escolares não trabalham a educação sexual de acordo com o que eles necessitariam, nem os pais se sentem à vontade para explicar e esclarecer dúvidas. Quer na escola, quer em casa, a sexualidade pode e deve ser abordada, adaptada à idade da criança.

Na verdade, muitos de nós vêm a sexualidade como algo tabu. Foi o que nos ensinaram há muitos anos atrás. Muitos ainda pensam assim, e é preciso mudar mentalidades.

 

Para os mais incrédulos, está demonstrado que a sexualidade faz parte de quem nós somos, contribui para a nossa identidade ao longo da vida e faz parte do nosso equilíbrio físico e psicológico.

Falar de sexualidade não é só falar sobre sexo. É falar sobre emoções, sensações, sentimentos, amor!

 

E a sexualidade existe desde que nascemos até morrermos.

O bebé recém-nascido tem prazer em cada carícia e com a satisfação das suas necessidades básicas. Um bebé de nove meses descobre o corpo ao manipular os seus órgãos genitais. A partir dos dois anos, a criança auto-classifica-se no que diz respeito à sua identidade sexual – devendo poder fazê-lo sem que os pais forcem a escolha do cor-de-rosa ou do azul, se jogam à bola ou brincam às cozinhas e às bonecas. E tudo isto acontece antes mesmo da chegada da “idade dos porquês".

A maneira como os nossos filhos vão viver a sua sexualidade vai depender de uma série de fatores: dele próprio, das suas características, da família, do que aprende na escola, dos amigos, do ambiente sociocultural...E é na adolescência que se evidenciam os comportamentos socioafetivos e sexuais.

 

Mas porque não informar? A informação é poder.

Se uma menina de 8 anos tiver conhecimentos sobre o seu aparelho reprodutor, estará mais preparada para as mudanças que aí vêm. saberá que a partir do primeiro período menstrual o seu corpo está apto para uma gravidez. Estará informada e com conhecimentos para, nas várias etapas, viver a sua sexualidade de forma segura, com respeito por si própria e pelos outros.

 

No ano passado, a minha filha deu os aparelhos reprodutores (estava no 3º ano). Veio muito frustrada, porque, depois de darem a matéria, perguntou à professora "Mas afinal como é que o espermatozóide vai parar ao pé do óvulo para se formar o bebé?".

A resposta da professora foi "Acabaram-se as dúvidas em relação a esta matéria.".

Foi a mim que ela veio perguntar porque queria perceber e achava estranho a professora não responder. Expliquei a "mecânica" das relações sexuais e lembrei-lhe que nos animais também acontecia assim. A reação foi "Ah, afinal era só isso?".

Conversar sobre as coisas ajuda - explicar, e não fazer delas um tabu.

Depois desta conversa, comprei-lhe uns livros, e disse-lhe que se tivesse duvidas falávamos sobre o assunto. Acho que é uma boa estratégia e que pode ajudar muitos pais que não se sentem à vontade com este assunto.

(estes são os que ela leu:)

 

 

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07
Nov17

Parabéns, meu amor!


Sofia Serrano

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Hoje o pai faz anos.

Fizeram desenhos especiais e até uma decoração para o bolo de pão de ló, que enfeitaram com chantilly e morangos e que comemos bem cedo, antes de sairmos para o trabalho e escola.

Houve um presente inesperado (que vai fazer toda a família feliz!) e muitos beijos e abraços.

Parabéns R.!

Adoramos-te e queremos estar contigo muitos e muitos anos!

 

07
Nov17

Sobre os "sítios para deixar crianças"


Sofia Serrano

Nos dias de hoje, não há hotel nem centro comercial que se preze que não tenha uma sítio para as crianças brincarem, sob supervisão especializada (vulgos monitores), a troco de alguns euros por hora, enquanto os pais vão "fazer alguma coisa" - seja compras, massagens, ir ao cinema ou seja lá o que for. Uma espécie de "depósito de miúdos", perdoem-me a expressão.

 

Eu confesso: isto comigo não resulta. E faz-me francamente confusão. Em primeiro lugar porque as nossas crianças passam os dias inteiros na escola, supervisionados por alguém que não os pais, e só os vêm (a grande maioria) de manhã, de fugida, e à noite, entre banhos e jantares.

Depois, porque quando saímos juntos para passear ou vamos passar um fim de semana a um hotel, o nosso objetivo é passarmos tempo de qualidade em família. 

 

Ora o conceito "em família" implica "todos", incluíndo os miúdos. E termos tempo juntos é bom - não é preciso estarmos sempre colados uns aos outros, mas partilharmos espaços e experiências, é bom para todos - nós precisamos de conhecer os nossos filhos, eles precisam da nossa perspetiva de ver o mundo para crescerem.

Por isso, não consigo deixar lá os meus filhos e ir descansada à minha vida, como vejo tanta gente fazer. O tempo é precioso e eles são a minha vida.

 

 

 

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06
Nov17

Confissões de uma blogger


Sofia Serrano

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No dia em que decidi começar este blogue, o meu Café, Canela & Chocolate, apetecia-me muito escrever. As paixões são assim: intempestivas e fortes, que nos fazem avançar sem pensar muito sobre o assunto. Foi em 2012, há 5 anos atrás. Não sabia muito sobre blogues, nem sobre a blogosfera, mas apeteceu-me desbravar caminho e fui descobrindo o meu trilho. Sem nenhum guia, nem grande formação informática, só mesmo pelo gosto de descobrir e criar.

Comecei a escrever nas saídas de banco ou nas horas calmas nas urgências. Acordava mais cedo com o entusiasmo de fazer mais um post e muitas vezes não conseguia adormecer sem transpor para o ecrã aquilo que me ia na alma. Nunca houve um plano, e o guia foi sempre o coração.

Nunca pensei que uma paixão se tornasse num amor para toda a vida, porque (como sabe quem me conhece) gosto de viver um dia de cada vez.

Mas mais uma vez, a vida encontra o seu caminho, e as paixões também.

 

Há 5 anos atrás não imaginava que pudesse ter 20.000 visualizações num dia, que recebesse dezenas de mensagens diariamente a dizer que gostam do que escrevo, que se identificam, que sentem o mesmo que eu. Como mulheres, como mães e pais. Não imaginava que tivesse milhares de seguidores, que tivesse nascido um livro dos meus textos que foi uma extraordinária surpresa de vendas, que tivesse conhecido pessoas fantásticas e que recebesse tantos mails a pedir conselhos e orientações. Não imaginava que o que escrevo pudesse chegar a tanta gente. Sim, estes 5 anos foram uma viagem mágica.

 

Também não imaginava que um dia teria a pressão para vender coisas no meu blogue. Que o que era um amor pela escrita se pudesse tornar num negócio - muito rentável, se eu estivesse disposta a isso. Não imaginava que me iria desiludir com este mundo, respirar fundo muitas vezes, acreditar em mim e dizer "não" muitas mais. Dizer "não" a tornar esta minha paixão numa montra de produtos que não uso nem preciso a troco de centenas de euros. Dizer "não" porque, desculpem, não estou à venda.  Dizer "não" porque felizmente tenho uma profissão que amo, que me paga as contas no final do mês, e que permite que este blogue seja "só" o meu blogue - e não o blogue das agências, das marcas e de outros que sabem que os influenciadores digitais podem ser a melhor maneira de chegar às pessoas.

 

 

 

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Os meus livros

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