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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

04
Nov15

Coisas que uma mãe deve ensinar a um filho


Sofia Serrano

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Queremos que o nosso miúdo seja mesmo um príncipe encantado? Então, não nos podemos esquecer disto:

 

1. Ensiná-lo a dizer o que sente. Expressar os sentimentos é das coisas mais importantes para que cresça bem e feliz.

2. Incentivá-lo em todas as coisas. Assim, ele vai acreditar em si e querer sempre ir mais além.

3. Ensiná-lo a tratar da roupa. Deixá-lo ajudar a levar a roupa para a máquina, a estender a roupa, a guardar a mesma. Ajudar nas tarefas domésticas é importante.

4. Ler para ele e ler com ele. A imaginação cresce com a leitura.

5. Incentivá-lo a dançar. Crianças que dançam vão ser adultos felizes.

 

 

18
Out15

7 coisas que as mães fazem no fim de semana


Sofia Serrano

1. As mães ficam felizes, porque é sexta-feira e o fim de semana está a chegar. Mas depois lembram-se que são mães, e que geralmente, fim de semana significa tudo menos descanso. Mesmo assim, têm esperança que vá ser um fim de semana memorável.

 

2. As mães acordam ainda mais cedo do que num dia da semana, porque os miúdos sabem que é sábado ou domingo e às 6h da manhã já andam a correr pela casa. E mesmo que sejam instruídos para "deixarem os pais dormir", essa regra parece não se aplicar à mãe, que é chamada multiplas vezes com "Mãaaeee, posso ir fazer xi-xi?" , "Mãaaeee temos fome, podes fazer panquecas?!", "Mãeeee a mana não me empresta o brinquedo!", até a mãe se levantar.

 

3. As mães passam o dia de rabo para o ar, a apanhar brinquedos espalhados por todo o lado, depois de repetir mil-e-uma-vezes aos filhos frases como "Por favor arrumem o quarto!", "Quando deixam de brincar com um jogo, arrumem-no primeiro e só depois vão buscar um outro!", "Brinquem no vosso quarto!" . Às tantas, infiltra-se na brincadeira, qual agente secreto, para discretamente ir deixando logo tudo arrumado, antes que a casa se trasnforme num cenário pós passagem de um furacão.

 

 

 

 

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28
Set15

As palavras das mães


Sofia Serrano

Os momentos marcantes na vida dos nossos filhos são momentos marcantes na nossa vida também. Desde pequenos que os queremos proteger do mundo, e ajudá-los a crescerem saudáveis e a serem boas pessoas. A serem felizes.

Há momentos em que temos que confiar que lhes ensinamos as coisas certas e temos que os deixar abrir as asas. Aqueles primeiros dias de escola são um desses momentos importantes. Já partilhei aqui antes o que o meu coração me sussurrou a escrever para que os meus filhos possam ler e reler, e se lembrem sempre do que é verdadeiramente importante.

Hoje, partilho convosco um vídeo onde outras mães, de outros países, mas com muito em comum, dizem aos filhos nesta altura de regresso às aulas.

 

 

 

 

 

11
Set15

Carta de uma mãe aos filhos no primeiro dia de escola


Sofia Serrano

Queridos filhos,

 

Hoje é mais um dia importante. É o que nos dizem sempre. Ir para a escola é importante, aprender é importante, crescer é importante. Só não percebo porque é que cada vez que vos tenho de levar à escola sinto que deixo de fazer um bocadinho a minha parte de mãe. Sinto que posso não vos estar a levar pelo caminho que gostava.

E digo isto porque a escola é cada vez mais "só" a escola. Programas, metas curriculares, testes e exames nacionais. Quadros de honra. Trabalhos de casa, trabalhos de férias. É como começar uma corrida, carregados com uma mochila cheia de livros (os da disciplina, os de fichas intermédias, os de fichas de avaliação, os dicionários, a tabuada...) em que o que interessa é chegar à meta o mais depressa possível. Não se pode abrandar o ritmo, nem pousar a mochila para descansar. Se perdermos tempo a ajudar alguém já não se chega nos primeiros lugares, e muito menos podemos, pelo caminho, apreciar a paisagem. Não há danças, brincadeiras e distracções, é sempre em frente e com a maior velocidade possível. São permitidos cerca de 10 minutos para repôr energias mais depois é preciso continuar.

 

Quando é que acaba esta corrida, perguntam vocês?

 

Eu respondo: não sei.

 

 

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23
Jun15

Dicas para conseguir levar dois miúdos à praia (sem ajuda)


Sofia Serrano

Qual o grau de coragem necessário a uma mãe para se decidir a levar sozinha dois miúdos à praia? Entre o médio e o elevado, mas se estão de férias com eles, está um tempo espectacular, mesmo a pedir um mergulho e não têm ajuda nestas aventuras, então o melhor é seguir as dicas aqui de casa e rezar para que tudo corra bem:

1. Arranjar um saco de praia grande, que dê para pôr tudo o que precisamos e tenha alças largas para o podermos levar ao ombro. Nada de cestas (difíceis de transportar) ou sacos com rodas, que são chatos de arrastar pela areia. Levar água e fruta para o meio da manhã, e um fato de banho para mudar para cada um.

2. Antes de sair de casa, combinar com os miúdos as regras da praia: brincar junto às toalhas, não ir para a água sem a mãe, andarem de mãos dadas nos percursos necessários (e outras que se lembrem).

3. Escolher uma praia em que se consiga estacionar perto do areal, para não ser um drama chegar à beira-mar com duas crianças e toda a tralha atrás.

4. Levar o mínimo necessário: a mais velha leva uma mochila com brinquedos (tem de ir leve para não haver dificuldade), toda a gente leva chapéu e vamos a horas de "sol bom" (das 9h às 11:30h) para não ser necessário chapéu de sol. Toalhas idealmente das mais leves (como estas). Se um dos miúdos for pequeno, um sling é óptimo para o levar no percurso para a praia (este ano, o Pedro já não quer saber do sling e vai de mão dada com a irmã).

5. Escolher um sítio perto da água, para haver areia molhada para os castelos, para se conseguir construir uma piscina e para poderem andar a molhar os pés sob a vigilância constante da mãe.

6. Assim que se chega à praia, pôr-lhes protector 50, chapéu sempre na cabeça e braçadeiras.

7. Manter o olhar de águia a toda a hora (não vale a pena pensar em levar um livro, é mesmo para estarmos com eles na praia). 

8. Entretê-los com castelos de areia decorados com conchinhas, pistas para os carros (com túneis) e enche-los de areia para lhes fazer uma cauda de sereia ou pernas de polvo (os miúdos cá de casa adoram estas brincadeiras!). 

9. Manter sempre a calma e o bom humor - porque já se sabe que há sempre coisas que correm de forma imprevista quando falamos de crianças na praia.


03
Mai15

Dia da Mãe


Sofia Serrano


Hoje acorda-se assim. Prendas e um pequeno almoço especial para a mãe.


Pedi-lhes que me deixassem dormir mais um bocadinho hoje (era o meu presente de sonho!), mas não conseguiram aguentar a excitação de me entregarem os presentes que fizeram na escola e os desenhos que andaram a pintar, sem eu ver, em casa. E claro, não consigo resistir ao charme deles e adoro estes mimos, feitos por eles - já tenho o quarto recheado de tesouros!
Hoje é Dia da Mãe, mas cá para mim, dia da mãe é todos os dias, porque somos a coisa mais importante na vida dos nossos filhos, e eles na nossa.

(agora dizem que me vão levar a um almoço especial do Dia da Mãe, vamos lá ver o que andaram a preparar!)





12
Abr15

As manhãs dos pais ao fim de semana


Sofia Serrano

Sou capaz de contar pelos dedos de uma mão o número de vezes que dormi até mais tarde num fim de semana, depois de me ter tornado mãe. E com até mais tarde quero dizer depois das 10, não aquelas fantásticas manhãs em que se dormia até ao meio-dia, num tempo longínquo  e ainda se ficava a preguiçar na cama depois disso.
Aliás, até sei precisar que nos últimos 6, quase 7 anos, foram duas. Duas únicas vezes em 6 anos. Eu, uma dorminhoca de primeira (justificável pelas minhas costelas alentejanas), acordar constantemente antes das 7 da manhã, era coisa que nunca me passaria pela cabeça. 
Este ponto, o de ter miúdos madrugadores, que ainda por cima insistem em acordar toda a gente para terem companhia, é claramente um ponto na lista das coisas menos boas da maternidade. Sim, essa lista também existe, e a privação de sono dos pais vem no topo dela.
Claro que, durante a semana, é preciso abrir janelas, dar beijos, chamar por eles, abaná-los e quase deitar um copo de água para a cara para se levantarem da cama e se despacharem para ir para a escola. 
Mas ao fim de semana, quando podíamos todos dormir, o que acontece? 
Acordam bem mais cedo, e apesar de instruções prévias de "Se acordarem, vão à casa de banho e ficam no vosso quarto a brincar!", "Não precisam de acordar os pais, está bem?", "Podem ver televisão mas não faça barulho!", o que se passa é o seguinte:
"Mãeee, posso ir para a vossa cama?"
"Mãeeeee, posso-me levantar?"
"Mãeeeee, podemos acender a luz?"
"Mãeeee, posso ir à casa de banho?"
"Mãeeeee, posso acordar o P.?" (ou vice-versa)
"Mãeeee, temos fome! Podes vir preparar o pequeno almoço?"
"Mãeee, a televisão não está a funcionar!"

E sim, o pai continua a dormir tranquilamente.

É isto. E não me venham cá com histórias que os vossos dormem que nem anjinhos até ao meio-dia, que hoje acordei de mau humor.

(depois do café as coisas já se compõem)

09
Abr15

O melhor do mundo


Sofia Serrano


Felizmente o P. parece estar bem - à excepção dos steril-strips colados na testa, correu tudo lindamente ontem (felizmente!). 
Só ficou com saudades da irmã por ter vindo mais cedo para casa, por isso à noite, quiseram ouvir a história do costume deitados os dois na cama da M. e depois acharam que era boa ideia dormirem juntos. 
Como a cama da irmã é a maior, mas não é gigante, e os dois mexem-se muito e precisam de espaço, lá resolvi o problema juntando as duas camas - juntinhos, mas cada um no seu espaço. 
Delírio total. (Miúdos felizes, pais felizes!)
08
Abr15

Vida de mãe


Sofia Serrano

Receber um telefonema a meio das consultas a dizer que o miúdo bateu com a cabeça e que se calhar precisa de pontos, sair a correr com um kit de suturas e rezar para ele estar bem. 
Felizmente consegui controlar a situação sem meter agulhas e linhas ao barulho, felizmente ele já estava bem disposto - e acabei por voltar ao trabalho com um ajudante, que depois de me fazer companhia ao almoço, dorme sossegado a sesta em casa, na minha tarde de folga. 
Mais um monte de cabelos brancos hoje. 

                        
07
Abr15

Regressar


Sofia Serrano

Voltar à escola depois de duas semanas de férias, sem horários rigidos, com praia e piscina, com mimos de pais e avós, é coisa difícil. Aqui por casa, havia dois miúdos sem vontade nenhuma que acabasse a boa vida. 
Hoje foi um dia complicado, principalmente para o mais pequeno, que não percebe por que raio é que a mãe e o pai vão trabalhar, porque é que os avós não podem ficar sempre cá em casa, porque é que ele tem de ir para a escola e a mana também. 
Ela já percebe, a ele ninguém o convence. 
Por ele,  as coisas eram diferentes. E se calhar por nós tambem, mas não há nada a fazer é é preciso voltar à rotina. E esperar pelas próximas férias, sem esquecer que temos de aproveitar todos os momentos juntos.

         

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