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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

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06
Dez13

Desafio Bloggers e Gravidez: Maisena


Sofia Serrano

A Francisca é uma mãe galinha de dois rapazes saídos da casca, uma nortenha de sangue e coração apaixonada pelos filhos e por tudo o que gira à volta deles. Para além da sua vida profissional, escreve no blog Maisena e recentemente lançou o Mum&Kids Brands, que se tornou rapidamente num sucesso.
E este sábado vai estar na Vendinha das Mães no Porto - a não perder para quem está a norte!
 



1- Gravidez normal ou de risco?
Duas gravidezes perfeitamente normais e saudáveis, que já deixam uma imensa saudade das barrigonas e do estado de graça!

2-Gravidez passada a trabalhar ou de repouso?
Sempre a trabalhar, praticamente até ao último dia, o que nem é mau de todo porque assim quase que nem tinha tempo para pensar no medo do parto e em tudo o que gira à volta do mesmo.

3- Diga um alimento que deixou de conseguir comer durante a gravidez e um que se tornou mais apetecido.
Durante as gravidezes não conseguia parar de comer tangerinas...toneladas de tangerinas! Mas depois os alimentos saudáveis que sempre comi, como por exemplo os bróculos, espargos, beringelas, etc, nas gravidezes enjoavam-me até mais não (mas agora já retomei...)!

4- Fez exercício durante a gravidez? Que tipo?
Na gravidez do S. fiz Pilates (recomendo vivamente!) até uma semana antes do parto. Na gravidez do M. a minha ginástica foi andar (ou melhor, correr) atrás de um bebé irrequieto e pegar nele ao colo 1000 vezes por dia!


5- A gravidez fez com que mudasse hábitos do dia-a-dia?
Sempre aprendi que gravidez não é doença, e por isso sempre fiz a minha vida normal, com as limitações óbvias de uma grávida e cuidados redobrados com a alimentação e o stress.

6 - Qual foi a coisa que mais gostou da gravidez?
O que mais gostei foi, sem dúvida, aquela maravilhosa sensação de borboletas na barriga. Sentir um bebé a mexer dentro de nós é qualquer coisa de tão mágico que não se consegue explicar por palavras.

7- Como foi o parto? Se pudesse escolher o tipo de parto, o que teria escolhido?
Sempre quis ter partos normais (com epidural, mas normais). Na gravidez do S. estava convencidíssima que ia ser um parto normal, só porque sim. Pois bem, depois de 12 horas em trabalho de parto, o bebé começou a entrar em sofrimento e tive de ir logo para o bloco para uma cesariana de urgência...Do M., nem tive hipótese, porque como eles fazem menos de 2 anos de diferença, o médico não me deixou escolher e por isso foi cesariana com data/hora marcada. Mas ainda não perdi a esperança de vir a ter um parto normal.
A lição que retirei daqui foi: nunca se pode querer muito uma coisa, senão sai sempre ao contrário!

 
8- Era capaz de ter um parto em casa?
Antes de ser Mãe, acreditava que os partos seriam como nos filmes.... e até pensei em ter um parto dentro de água, mesmo ao estilo romântico! Mas o parto de romântico não tem nada, e por isso hoje em dia penso que seria incapaz de ter um bebé em casa, porque um parto é sempre um parto, como todos os riscos que acarreta. Aliás, se tivesse tido o M. em casa, não sei como teria corrido, pois o baby nasceu com líquido nos pulmões e foi logo internado à nascença. Por isso, em casa, nunca, só mesmo se nascesse de repente e sem ter tempo para mais nada! Obrigada, modernidade, por teres criado as maternidades .

9- Gravidez ou puerpério - o que é melhor?
Durante as gravidezes estive sempre desejosa de ver a cara do bebé, de o sentir, de o encher de beijinhos. Mas confesso que, muitas vezes, durante a noite, já desejei que os boys voltassem bem quentinhos para dentro da minha barriga, porque assim ao menos dormia melhor. De qualquer forma, a sensação de babyland que temos quando trazemos um recém-nascido para casa, compensa qualquer noite mal dormida. O mundo pode acabar lá fora, porque nós estamos sempre na nossa redoma!

10- Amamentou? Porquê?
O meu maior pânico na primeira gravidez não era propriamente o parto, mas sim o pensar que ia dar de mamar. Nunca me habituei à ideia, e achei que não ia conseguir... Redondamente enganada! Quando o S. nasceu, a Mãe Natureza tomou conta da situação. A primeira semana foi um sofrimento atroz, confesso, e estive quase a desistir. Mas tive a sorte de ter sido acompanhada por uma enfermeira parteira exemplar, que me ajudou nas horas mais difíceis. A partir daí foi sempre uma maravilha, até aos 6 meses (quando o S. não quis mais). Com o M., já tinha a escola toda, por isso foram 6 meses de amamentação sem complicação! Adorei esta experiência! Mas atenção, como tudo na vida, é suposto a amamentação ser uma coisa boa. Com algum sacrifício inicial, mas nada de sobre-humano! Só não podemos levar a amamentação a um extremo tal que nos sintamos culpadas caso não tal não seja possível! Porque tudo se cria!


Obrigada, Francisca, por teres aceite este Desafio, e muitas felicidades para a tua família maravilhosa!

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