Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

16
Ago17

Uma das melhores coisas das férias...


Sofia Serrano

...é aquela vontade de voltar a casa e dormir na nossa cama!

 

Estivemos quase três semanas em viagem: saímos do Algarve para Lisboa, voámos para os Açores e depois percorremos Portugal Continental de norte a sul: passámos alguns dias em Lisboa, fomos para Coimbra - levámos os miúdos a conhecer o Portugal dos Pequenitos!- , depois Santa Maria da Feira e a Viagem Medieval.

Passámos por Braga e seguimos para o Gerês, onde vivemos aventuras inesquecíveis. Seguimos para Vila Real e para uma pequena aldeia bem típica de Trás-os-Montes. 

 

Ouvimos o barulho do mar, sentimos as maravilhas da natureza, dormimos, conversámos, rimos. Mergulhámos no mar, em piscinas e no rio. Caminhamos no meio de florestas e escalámos rochas. Vimos incêndios e sentimos o fumo e o medo daquela fúria da natureza poder chegar perto de nós.

Agora voltamos a casa, ao sul - uma pequena pausa antes de mais uns dias junto ao mar, num dos nossos sítios preferidos!

 

A verdade é que é maravilhoso viajar, mas sabe sempre bem voltar a casa! Os miúdos redescobriram o quarto e os brinquedos, e o meu colchão soube ao céu. Recarregamos energias para novas aventuras. E prometo ir contando tudo no blog, com as fotos dos locais que visitámos e as dicas para quem também adora viajar em família!

 

(podem acompanhar-nos no instagram!)

 

DSC_0274.JPG

 

28
Jul17

Desafio: férias offline


Sofia Serrano

Hoje começamos oficialmente as férias!

(e estávamos mesmo, mesmo a precisar!)

 

Não sei se sentem o mesmo, mas esta coisa de vir ao facebook, navegar na internet, ligar o instagram, faz com que o tempo passe ainda mais rápido e distrai-nos das coisas realmente importantes: aquelas que estão mesmo perto de nós, como a nossa família, um belo pôr-do-sol na praia, uma bebida fresquinha, um mergulho no mar.

Por isso, lanço-vos o desafio: que tal ficarmos offline nestas férias? Que tal aproveitarmos verdadeiramente as férias?

 

O meu plano é esse. Desligar da rede por uns tempos, viajar, viver.

Depois prometo que, quando voltar, venho contar tudo sobre as nossas aventuras, sobre hotéis que valem a pena, passeios inesquecíveis, restaurantes onde apetece ficar e voltar.

Quando voltar, espero estar de baterias carregadas e com muita inspiração. Espero estar de coração cheio, espero ter passado o tempo feliz, com as pessoas que mais amo.

 

Vamos de férias!!!!!!!!!!

 

1439027036998.jpg

 

26
Jun17

Viajar a brincar


Sofia Serrano

DSC_1583.JPG

 

Adoramos viagens. Viajar deixa-nos sempre mais ricos: conhecemos novos lugares, pessoas, culturas. Crescemos e somos felizes a descobrir e aprender.

Quando vamos para um novo país, ou cidade, eles fazem sempre muitas perguntas e querem saber tudo: onde é, que língua se fala, como é a comida...

 

Ofereceram-lhe um brinquedo maravilhoso, que lhes permite alimentar esta curiosidade (tão saudável!) e explorar o mundo: o Globo Explora Mundo.

E apesar de estar recomendado para crianças com mais de 7 anos, o Pedro também brinca com a Mariana e aprendem muitas coisas sobre vários pontos do planeta e percebem onde estão os oceanos, os desertos...em suma exploram de uma maneira muito gira : o globo é basicamente um mapa mundo falante.

Com uma caneta, eles podem descobrir muitas informações sobre os continentes, países, capitais, população, superfície, moeda, língua, território, relevo, fuso horário, curiosidades, produtos típicos, hinos nacionais e muito mais.

 

É muito giro mesmo.

 

 

23
Jun17

4 perguntas (e respostas) sobre gravidez após os 40


Sofia Serrano

3508448389.jpg

 
1 - Quando se quer engravidar já com uma idade avançada e não se consegue, quais são os passos que se deverá dar?
 
É muito frequente na sociedade ocidental adiar a maternidade por várias razões (desde a profissional até à procura das condições ideais de vida) e sabemos que a idade média para o primeiro filho aumentou nas últimas décadas.
As grávidas com mais de 35 anos eram cerca de 8% em 1988, e em 2008 tínhamos 20%.
 
Quando um casal está a tentar engravidar, consideramos que é "normal" demorar 12 meses a conseguir uma gravidez. No entanto, quando falamos de uma mulher com 35 ou mais anos, este período reduz-se para 6 meses. Nestas condições, o ideal será o casal recorrer ao seu médico ginecologista/obstetra, que fará uma história clínica completa e solicitará exames para perceber se há algum fator que esteja a interferir com uma gravidez. Nalguns casos não se consegue descobrir nenhuma razão.
Após o resultado dos exames, e de acordo com a vontade do casal, pode ser proposto um tratamento para ajudar a ter o tão desejado filho.
 
 
2- A partir de que idade é que começa a ser mais difícil para uma mulher engravidar?
 
Biologicamente falando, a partir dos 35. Esta idade marca uma queda importante em termos de funcionamento dos ovários.
Cada ano que passa será mais difícil uma gravidez, até que perto dos 50 se torna mesmo muito difícil, chegando-se depois à menopausa.
 
 
 
 
16
Jun17

A festa dos 5 anos


Sofia Serrano

No dia de aniversário, costumo preparar, de surpresa, um bolo para o pequeno almoço. Adoro ver a cara deles de alegria quando chegam à cozinha e há surpresas!

Os 5 anos do Pedro também começaram assim: com um bolo de pão de ló com morangos e chantilly (ele adora, e dias de festa são mesmo assim!).

Depois cantou os parabéns com os amigos da escola e divirtiu-se muito na festa de final de ano, que calhou no dia de anos dele! 

Chegou ao final do dia cansado, mas tão feliz!

 

Pedro1.jpgPedro2.jpgPedro10.jpg

 

O feriado do 15 de junho foi o dia escolhido para fazermos a festinha para os amigos. Como o tempo já está bom, escolhemos um espaço onde pudessem brincar à vontadee, jogar à bola, saltar em insufláveis e brincar com água! Foi a animação total!

 

13
Jun17

Já são 5!


Sofia Serrano

DSC_0314.jpg

 

Nasceste no Dia de Santo António. Começamos sempre as comemorações com uma bela sardinhada e baile - é o que manda a tradição.

O teu avô (que dizes todas as noites que está agora na estrela mais brilhante) ainda sugeriu que fosse esse o teu nome, mas já pensávamos em ti como Pedro.

És querido, amigo dos amigos. Não tens medo de desafios e és muito concentrado em tudo o que fazes. Fazes perguntas difíceis e és muito falador - à noite, à hora de dormir, lembras-te sempre de um "Mãe, como é que apareceu o planeta Terra?" ou "Como é que desapareceram os dinossauros?", e não descansas enquanto não tiveres uma resposta credível.

Adoras dançar (és o rei da festa!), correr e achas que tudo serve para jogar futebol. Adoras brincar na rua e andar de bicicleta. Adoras comida saudável e ninguém te convence a comer uma pizza ou um hamburguer se puderes comer pratadas de sopa de legumes e fruta.

Queres fazer tudo o que a tua irmã faz, e até aprendeste a tabuada do 1 para poder estudar com ela matemática (e dita bem depressa, sentes que também já sabes a matéria do 3ºano).

Gostas de animais, adoras natação e aikido. És desenrascado e gostas de ser tu a fazer as coisas. Adoras histórias.

O Manel é o teu melhor amigo, e acredito que seja uma amizade para a vida.

Gostas dos mimos da mãe. De beijos e abraços. Adoras o pai e queres ser como ele quando cresceres. Sabes que estarmos juntos é das melhores coisas do mundo, e adoras viajar, acampar, explorar, mergulhar.

Fazes hoje 5 anos, que passaram a voar. És um bom menino, e espero que cresças sempre feliz, com muita saúde e rodeado de amor.

Parabéns, meu querido Pedro!

Já são 5!

02
Jun17

Sobre o dia da criança


Sofia Serrano

354564-ice-cream-ice-cream-cones.jpg

 

Prometi que ontem não andava de telemóvel na mão nem de redes sociais atrás.

Era Dia da Criança. Dia deles.

Houve pequeno almoço especial, um miminho para cada um. Tiveram programas diferentes na escola, com muita brincadeira - como devia ser, todos os dias.

À tarde fomos juntos brincar ao parque, comeram o gelado preferido e passeamos com calma.

Jantamos numa esplanada a aproveitar os dias longos. Soube bem.

 

E eu lembrei-me que adorava o dia da criança - a memória mais marcada que tenho deste dia era podermos andar de autocarro sem pagar nada!

As coisas simples são sempre as melhores.

 

 

30
Mai17

Slow life


Sofia Serrano

Porque é que temos todos a sensação que os dias passam a correr? Que as semanas passam depressa demais? Que os anos desaparecem num instante?

 

Porque é que temos todos a sensação que ainda ontem éramos adolescentes e de repente temos um mundo de responsabilidades? Porque é que saímos de casa cedo, à pressa, e chegamos tarde, à pressa?

Onde é que vamos sempre, com tanta pressa?

Porque é que os nossos filhos, que ainda ontem estavam na nossa barriga, já nos chegam ao ombro?

O que é que aconteceu aos dias, às horas, aos segundos?

O que é que ganhamos com a correria diária, o viver para o trabalho?

 

Não sei responder. Mas sei que ninguém tem tempo para nada. Ninguém tem tempo para um café, para conversar. Para estar sentado no parque, sem fazer nada - só a ouvir o vento. Ninguém tem tempo para ler um livro, ou para reparar nas cerejeiras, carregadas de fruta.

 

O tempo. Sempre o tempo.

O tempo é o tesouro da nossa sociedade. É um luxo termos tempo.

E muito possivelmente, vivemos melhor com menos e com mais tempo.

Trabalhar menos - o suficiente para termos os bens essenciais - e aproveitar mais.

Ter tempo para aproveitar a vida.

Não precisamos de uma casa magnífica e roupa de marca se não temos tempo para olhar para as ondas do mar. Ou para ouvir o que se passou hoje na escola do miúdo. Não vale a pena passarmos dias a fio a trabalhar para termos toda a tecnologia de ponta em casa se só lá vamos para dormir. Não compensa sair de casa de madrugada e voltar ao fim do dia se não conheço os meus filhos, se nunca falei com os meus vizinhos, se não me lembro que dia é hoje e nem me apercebo que já estamos quase nas férias de verão ( e ainda ontem era natal).

 

É isto que se passa por aqui. Uma tentativa de viver melhor. Tirar coisas que não precisamos, trabalhar o essencial, comprar menos, estar com quem amamos. 

 

Desligar mais desta vida acelerada. Respirar fundo. Ter tempo para a vida. Ser mais feliz.

15977381_10154997915576318_8642997109417297462_n.j

 

16
Mai17

O nosso fim de semana "desconectados"


Sofia Serrano

DSC_0175.JPG

 

 

Foi um desafio lançado pelo canal A&E Portugal, a propósito da estreia da nova temporada de "Desconexão Total" esta quarta feira, dia 17, às 22:30. Na série, vamos acompanhar a história de famílias que abandonam a vida urbana e se aventuram no mundo rural. E a mudança é enorme!

 

Nós fomos desafiados a passar um fim de semana semelhante aos dias das famílias da série: "desconectados" da cidade e "conectados" ao campo. Fomos para um lugar maravilhoso na zona de Seia: Chão do Rio, em Travancinha. Com casas de pedra e telhados de colmo, à volta de uma piscina biológica de águas cristalinas, uma quinta com oito hectares, árvores antigas, grandes maciços em granito, cogumelos e flores raras. 

 

Chegámos já tarde, na sexta feira, e acabámos por não conseguir parar para jantar, porque viémos a confiar nas indicações do gps e perdemo-nos! Mas a querida Catarina, do Chão do Rio, não só nos levou facilmente para o sítio certo com as suas indicações, como ainda nos levou ovos das galinhas da quinta e alfaces da horta, bem como um extraordinário vinho para que pudessemos improvisar um jantar. Fomos tratados como família por todos. E que bem que soube comer com a lareira acesa e depois adormecer no silêncio do campo!

 

DSC_0015.JPG

 

 

Como o desafio era "desligar" do ritmo da cidade, apesar de haver wi-fi e televisão nas casas, deixamos telemóveis, computadores e televisão de lado (à exceção do festival da canção, que tínhamos mesmo de ver!) e aproveitamos em pleno os dias no campo, com tempo para explorar e conviver.

Acordamos com os galos, comemos um pequeno almoço delicioso deixado num cesto na nossa casa (com iguarias da beira!) e depois fomos ajudar a D. Emília a amassar o pão - que é uma simpatia! Todos pusemos as mãos na massa e após deixar repousar, ajudamos a preparar o forno a lenha e a colocar o pão a cozer.

 

Os meus livros

Captura de ecrã 2016-09-20, às 20.46.51.png

capa_formato_real-04.jpg

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D