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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

06
Nov17

Confissões de uma blogger


Sofia Serrano

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No dia em que decidi começar este blogue, o meu Café, Canela & Chocolate, apetecia-me muito escrever. As paixões são assim: intempestivas e fortes, que nos fazem avançar sem pensar muito sobre o assunto. Foi em 2012, há 5 anos atrás. Não sabia muito sobre blogues, nem sobre a blogosfera, mas apeteceu-me desbravar caminho e fui descobrindo o meu trilho. Sem nenhum guia, nem grande formação informática, só mesmo pelo gosto de descobrir e criar.

Comecei a escrever nas saídas de banco ou nas horas calmas nas urgências. Acordava mais cedo com o entusiasmo de fazer mais um post e muitas vezes não conseguia adormecer sem transpor para o ecrã aquilo que me ia na alma. Nunca houve um plano, e o guia foi sempre o coração.

Nunca pensei que uma paixão se tornasse num amor para toda a vida, porque (como sabe quem me conhece) gosto de viver um dia de cada vez.

Mas mais uma vez, a vida encontra o seu caminho, e as paixões também.

 

Há 5 anos atrás não imaginava que pudesse ter 20.000 visualizações num dia, que recebesse dezenas de mensagens diariamente a dizer que gostam do que escrevo, que se identificam, que sentem o mesmo que eu. Como mulheres, como mães e pais. Não imaginava que tivesse milhares de seguidores, que tivesse nascido um livro dos meus textos que foi uma extraordinária surpresa de vendas, que tivesse conhecido pessoas fantásticas e que recebesse tantos mails a pedir conselhos e orientações. Não imaginava que o que escrevo pudesse chegar a tanta gente. Sim, estes 5 anos foram uma viagem mágica.

 

Também não imaginava que um dia teria a pressão para vender coisas no meu blogue. Que o que era um amor pela escrita se pudesse tornar num negócio - muito rentável, se eu estivesse disposta a isso. Não imaginava que me iria desiludir com este mundo, respirar fundo muitas vezes, acreditar em mim e dizer "não" muitas mais. Dizer "não" a tornar esta minha paixão numa montra de produtos que não uso nem preciso a troco de centenas de euros. Dizer "não" porque, desculpem, não estou à venda.  Dizer "não" porque felizmente tenho uma profissão que amo, que me paga as contas no final do mês, e que permite que este blogue seja "só" o meu blogue - e não o blogue das agências, das marcas e de outros que sabem que os influenciadores digitais podem ser a melhor maneira de chegar às pessoas.

 

 

 

Os meus livros

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