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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

Quase, quase...

29.08.13 | Sofia Serrano
Está quase a chegar um dia muito especial...















Estas são ideias giras. Vintage e trendy e tal. 
E eu sou uma mãe que adorava organizar uma festa destas, com tudo ao pormenor. Mas tenho muito pouco tempo.
E ela é uma filha que sabe bem o que quer.

Por isso, suspeito que vai ser mais uma coisa deste género (com miudagem aos saltos em insufláveis, fatias de pizza e minis para os pais):




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Crónicas de uma interna #7

27.08.13 | Sofia Serrano
Contas impossíveis, a matemática da minha vida:

3+12+6+1+6+1= 1

O que é que isto significa?

3. 
Que vida de interna começa cedo, no jardim de infância. Na altura em que se brinca a tudo e a nada. Se aprende a amizade. Criam-se laços para a vida. Crescemos. Temos varicela e outras pintas. Aprendemos a picotar. Pintamos com as mãos. Temos o primeiro namorado. 3 anos passam.

12.
Que entramos para a escola primária e de repente, entre turbilhões hormonais, testes, visitas de estudo, primeiros beijos, festas de comemoração da 100ª lição com tortas de chocolate DanCake, primeiras idas à discoteca, cafés, serenatas, noites passadas nos telhados de garagens a ver estrelas, escapadas nocturnas, estudo, mais testes, amizades para a vida, tardes a ver em modo repeat o Dirty Dancing e o Pretty Woman, passam-se 12 anos. 12. A voar. E de repente, temos exames nacionais e temos de saber o que queremos.

6.
Que entramos para a faculdade depois de um Portugal pós-Expo 98, a ouvir Silence 4, viagens margem sul-margem norte de madrugada, com os amigos do costume. Praxes, tunas, associativismo. Novas amizades. Comissões de Curso e aulas de anatomia. Apontamentos, revisões, muito estudo. Olimpíadas da medicina, posters de bioquímica, jogos de futebol. Sentirmo-nos como adultos e querermos continuar adolescentes. Pôr o estetoscópio ao pescoço e vestir a bata branca. Ter responsabilidade. Chegar ao fim de 6 anos e ser médico.

1.
Que em 12 meses (ou mais alguns) passamos por várias especialidades, tentamos ser bons médicos enquanto estudamos para o exame para entrarmos na especialidade. Sentamo-nos em frente a um molho de folhas, com um molho de perguntas e decidimos o nosso futuro. Escolhemos a vida com um número. Arriscamos. Seguimos o coração.

6.
Que em 6 anos aprende-se ginecologia, aprende-se obstetrícia, aprende-se a operar, a fazer ecografias, a ouvir, a falar, a escrever. Aprende-se a descobrir. Aprende-se a esperar. A contemplar. A apreciar a beleza da vida. A ter medo do incerto. A sentir a adrenalina. A dormir fora de casa. A viver longe da família e dos amigos. A construir uma nova vida, novos amigos que se calhar já conhecemos (no coração).

1.
Que 1 ano é o tempo que temos de compensar. Compensar 12 meses de especialidade por 2 tesouros lindos na vida. Duas licenças de maternidade. Porque as internas deviam ser só internas mas há umas que decidem ser mães. Que mudam. Que crescem. Que passam a viver a especialidade de uma maneira diferente - a maneira de quem tem o bebé na barriga. 1 ano de amor. Dois filhos lindos.


E na minha matemática impossível, a soma destas parcelas tem de ser igual a 1. No final, a conta tem de dar 1 (UMA) Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Feliz.




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These Days

26.08.13 | Sofia Serrano
Quem é que ainda aproveita o momento (como antigamente)?
Quem é que se esquece dos telemóveis e redes sociais?
Dá que pensar.



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Nascer (em fotos)

25.08.13 | Sofia Serrano
A Jane McCrae é fotógrafa. E tira fotografias muito especiais.
Ela fotografa o milagre do nascimento. As emoções. A magia. 
Tudo registado para a posteridade. 
Momentos únicos. 
Partos no hospital. Partos em casa. Na água ou por cesariana. Lágrimas e risos.
Vale a pena ver.






















Podem ver o site desta fotógrafa aqui e o facebook dela aqui.

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Crónicas de uma interna #6

22.08.13 | Sofia Serrano
Sou uma "morning person". Que é como quem diz "uma pessoa da manhã", mas soa muito melhor em inglês - como se fosse uma definição.
Isto para dizer que apesar de adorar dormir uma boa sesta (evento impossível a esmagadora maioria dos dias durante o ano, pelas mais variadas razões), se falarmos de trabalho ou estudo, prefiro levantar-me bem cedo, beber um bom café (ou dois) e por mãos à obra. 
Às 6:00 da manhã, a casa ainda está sossegada, o sol começa a nascer e reina uma traquilidade ímpar. Sim, é difícil acordar e tenho sempre vontade de ficar mais uns minutos na cama. Mas é neste período de tempo até os miúdos acordarem que consigo pôr em dia uma série de coisas, desde pôr a casa em ordem, escrever no blog ou estudar. E quando começa a agitação em casa fico com a sensação que já consegui adiantar coisas importantes.
Quando chega a noite...bem, aí é mais complicado. A minha melatonina deve ser muito sensível à falta de luz e fico com um sono que nem com 3 cafés de seguida vai lá. Isto para dizer que o estudo sempre me rendeu muito mais de manhã e que não sou rapariga de grandes noitadas.
Claro que todos sabem que os médicos (e em particular os internos) têm de trabalhar à noite. Aliás, a grande maioria das nossas urgências são nocturnas, porque temos uma fatia grande do pessoal médico com mais de 50 anos e dispensados desta vida de dormir fora de casa, e depois os médicos mais novos e os internos, que passam muitas noites em claro no hospital. E este é um dos pontos que mais me custa nesta coisa de ser médico. Adoro a especialidade e o meu trabalho mas custa-me passar noites fora de casa. As 24 horas de urgência contínuas são frequentes e quando chega à noite apetece descansar. Mas claro, como costumo dizer à M. quando ela pergunta porque é que eu vou sair à noite, os bebés não escolhem horas para nascer.
E à noite num hospital tudo pode acontecer (sim, de dia também, mas a noite parece predispor a situações particulares). E é preciso estar bem acordado. Felizmente que a adrenalina tem essa capacidade fantástica que os cafés em tempo de estudo não têm.
Desde emergências obstétricas em que temos minutos para salvar 2 vidas, uma série de grávidas que entraram simultaneamente em trabalho de parto às 4h da manhã numa noite de lua cheia, ou o doente da psiquiatria que na sua tentativa de fuga se esconde no quarto onde o interno descansa num momento calmo da urgência. E depois disto tudo, ainda autorizamos a entrada do marido da grávida que está em trabalho de parto na sala 3, e apercebemo-nos que afinal ela até já tem um acompanhante. E é vê-lo em fuga após a notícia que "o marido" está a chegar. 
A vida à noite não é fácil.
É por isso que eu digo que sou uma pessoa da manhã.


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A Kate (mais uma vez) real

21.08.13 | Sofia Serrano
Depois do nascimento do príncipe George, Kate mostrou ao mundo que é mais uma mulher comum - uma mãe, que depois do parto ainda tem uma barriguinha, porque as modificações no nosso organismo durante a gravidez são uma coisa maravilhosa, mas não desaparecem em segundos nem ficamos prontas para vestir um bikini depois do parto. Mostrou felicidade. O mundo aplaudiu. Nas redes socias, nos blogs, na televisão. Precisamos de exemplos reais, não de mais realeza.
(e mostrou um vestido azul às bolinhas, que esgotou pouco tempo depois.)



Agora, a uma semana do primeiro mês do filho, são divulgadas mais fotos da família real. Uma família feliz, no campo, fotografada pelo pai da Kate (e não por um fotógrafo profissional, como se esperaria), numa postura descontraída e com os dois cães da família a entrarem nas fotos para a posteridade. 
E mais uma vez, Kate escolheu um vestido adequado a alguém que foi mãe à pouco tempo - um vestido de maternidade, que ainda esconde a barriguinha. E mais uma vez, aplausos por todo o mundo, porque sabemos que ao fim de três semanas pouca gente que está ocupada com um recém-nascido consegue caber num vestido justo de alta costura.



Eu gosto da Kate. 
Gosto de saber que ela amamenta, que ainda tem uma barriguinha, que é uma mãe real.
(e mais uma vez, este vestido que a Kate usou esgotou em poucas horas e já tem uma lista de espera de 4 semanas!)


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O bronzeado perfeito

21.08.13 | Sofia Serrano
Eu não gosto de fazer planos. Quer dizer, gosto. Gosto de sonhar acordada, que é quase a mesma coisa. Mas planos para o dia-a-dia, bem...esses saem frequentemente furados. Por isso, o melhor mesmo é improvisar.
Gostava de passar este mês a mostrar fotos da minha vida maravilhosa na praia, como estávamos todos tão bronzeados e felizes, e comíamos gelados e brincávamos e dormíamos sestas. 
Mas eu sou uma optimista. E não há nada a fazer se há livros para ler, miúdos com pintas para tratar e temos de ficar em casa.
Ou melhor: há.
Há coisas para fazer em casa.
A mãe anda com os livros atrás, para o meio das brincadeiras.
Eles montam legos, brincam aos DJs e à Madonna, fazem desenhos e brincam na casinha de cartão (um dos melhores presentes de sempre do tio, uma casinha de cartão para montar, pintar e brincar, que se arruma facilmente).


E nem sempre é fácil.
Há dias em que me apetece ir sozinha para um resort tropical, com uma água de coco e uma palhinha, um livro daqueles em que só lemos 2 ou 3 páginas porque não apetece fazer nada.
E há dias em que me apetece passar todo o tempo a brincar com eles. E reparo que cresceram, que o P. já diz mais coisas (ába, vô, cã, papa, papá, mamã, dáaaa!!! quéeee!) e que já chega a sitios onde não chegava há uma semana. Que a M. está linda e tem cada vez mais argumentos para tudo ( e que me vai dar cabo da paciência quando chegar à adolescência).
E lembro-me que tudo é uma questão de tempo. O Verão passa. O exame final passa. O tempo passa. 
Mais vale aproveitar cada instante - porque daqui a nada eles estão grandes e já não querem saber de casinhas, legos ou pinturas.
E apesar de não termos o bronzeado perfeito,com as roupas perfeitas, nas praias ideais, os dias são felizes.


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É Agosto mas não parece.

19.08.13 | Sofia Serrano
Não me parece Agosto.
Ou melhor, parece, porque está sol e calor lá fora (cá dentro tenho o ar condicionado a funcionar interruptamente).
Não me sabe a Agosto porque para mim Agosto é o Agosto das férias grandes, Agosto de praia, de dormir até tarde e de não ter trabalhos ou responsabilidades.
Não me parece Agosto porque tenho de trabalhar. E estudar. E tenho os filhos com varicela. Em Agosto não deviam ser permitidas doenças. Não me parece Agosto porque depois das pintas da M. agora tem o P. mil e cem pintas e temos de ficar em casa. 
Não me parece Agosto porque sempre, em toda a minha vida de estudante, fiz os exames na 1ª época. Nunca deixei nada para Setembro. Porque Agosto não me saberia a Agosto.
(bolas, mas que raio de plano foi este de fazer o exame de saída da especialidade em setembro?)
Pronto.
Foi só um desabafo.
Eu bem disse que não ia resistir a vir aqui escrever.


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Chocolate ( em modo pausa)

17.08.13 | Sofia Serrano
Quem tem lido este blog, sabe que por aqui há uma etapa muito importante na vida de um médico a chegar.
E por isso, está na hora de por o blog em modo pausa.
Sim adoro, ADORO escrever. Sabe-me bem.
Mas tenho de me afastar um bocadinho daqui para poder concentra-me plenamente nas pilhas de livros que tenho de ler.
É um até já. Espero que não se vão embora, e que voltem comigo.

(se calhar quando começar a stressar muito, até preciso de escrever um bocado para descomprimir. mas por agora tem de ser. até já!).




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Porque a Madonna faz anos

16.08.13 | Sofia Serrano
No carro:
"Mãaaeee!" (diz a M.)
"Sim?"(eu)
"Podemos ir ao aniversário da Madonna?"
"Hum?"
"Sim mãe, a Madonna faz hoje anos (não ouviste na rádio?). E eu queria ir à festa dela! Podemos?"
"Ahhh.....bem...isso é complicado. Sabes onde é a festa?"
"Não. Mas falamos com o pai que ele com o GPS encontra sempre os sítios!"




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Pequenos jardineiros

16.08.13 | Sofia Serrano
Sou daquelas mães que quer que eles saiam de casa o mais possível, esqueçam televisão e afins e brinquem na rua. Que corram debaixo da sombra das árvores, rebolem na relva, andem de bicicleta na rua. Que conheçam as flores, as árvores. Os legumes. As batatas, as abóboras, os tomates.
Que reguem as plantas e as vejam crescer. Que apanhem morangos de manhã cedinho e os comam ainda com o fresco da manhã.
Porque não há nada melhor que a natureza para crescermos saudáveis e felizes.
(pronto, de vez em quando lá o mais pequeno come um bocado de terra se nos distrairmos...mas faz parte!)





E eles adoram brincar aos jardineiros e comer fruta acabada de apanhar!

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Crónicas de uma interna #5

15.08.13 | Sofia Serrano
Tenho sempre a sensação que a vida é uma espécie de roleta russa.
Escolhas, muitas escolhas. 
E ninguém nos sabe dizer quais as certas e quais as erradas. Ou as menos certas. 
Às vezes (ou muitas vezes) é o instinto que fala mais alto. Que nos leva num determinado caminho ou direcção. Que nos empurra num sentido e nos afasta de outro.
A roleta russa.
Lembro-me de ter esta sensação de "e agora, escolho aqui ou ali?" muitas vezes. Lembro-me da minha indecisão entre a área de Ciências e Humanidades. Lembro-me da minha indecisão na candidatura à faculdade, de ter de decidir qual a faculdade de medicina que ia escolher em primeiro lugar. De me sentar com tantos outros colegas perante um exame onde tinha de escolher as respostas certas para poder escolher a minha vida. Lembro-me daquela manhã passada nas escadas de um prédio até ao momento em que me sentaram a um computador e me pediram para escolher uma especialidade. E um local para trabalhar.
Lembro-me de ter a certeza da especialidade que queria. Mas o instinto, foi o instinto que me guiou para sul. Numa espécie de roleta russa. 
E alguns meses depois, chego a um Hospital que nunca vi, com pessoas que nunca conheci, numa terra de gente estranha. Deixei o seguro, o certo por aquilo que eu queria fazer. Mas o instinto dizia-me que aquele era o meu caminho.
As escolhas não são fáceis.
E apesar de as acharmos correctas, nem sempre lidamos bem com elas. Exigem adaptação. Plasticidade. Exigem modelar de novo a nossa vida, para a nossa escolha passar a ser a nossa vida. E podermos ser felizes.


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As coisas estranhas que fazem sentido

14.08.13 | Sofia Serrano
Conheci esta Catarina, a Catarina que lançou um livro. A Catarina que eu leio, neste estranho mundo da blogosfera, que partilha comigo momentos especiais na sua escrita e que parece que conheço há muito tempo. Mas não nos conhecemos na realidade. Ou melhor, foi a primeira vez que nos vimos, completas desconhecidas, mas ao mesmo tempo amigas de longa data. E ela é como transparece no seu blog, na sua escrita : prática, simples, verdadeira. E uma super-mãe. A pessoa que eu reconheço de a ler. 
Não deixem de ler o livro dela, que vale mesmo a pena.



E encontrei finalmente esta Sara, a Sara mãos de fada, a Sara que é uma das minhas amigas muito especiais deste mundo virtual, este mundo da blogosfera e das redes sociais onde, tal como na vida real, as pessoas se cruzam, se reconhecem e se tornam companheiras quase sem se aperceberem. A ela e às restantes Special 5, obrigada por estarem aí - e obrigada a este cantinho por nos ter juntado!
Porque ainda há pessoas boas no mundo.
E porque muitas vezes, as coisas mais estranhas são as que fazem mais sentido e são mais verdadeiras.




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