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Café, Canela & Chocolate

Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

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Conversas de uma mãe, que é médica Ginecologista/Obstetra e adora escrever. Com sabor a chocolate.

São as mães que curam as gripes

17.12.15 | Sofia Serrano

Muita coisa se poderia dizer sobre uma gripe.

E se me tivessem pedido para falar sobre gripe na semana passada, eu falava da parte científica, que inclui vírus, 3-4 dias de febre alta, dor no corpo, arrepios, tosse, falta de apetite. E sublinhava que o que é preciso é ficar em casa, baixar a febre, hidratar e esperar que passe, que é mesmo assim a vida.

Mas eis que a maldita gripe resolveu instalar-se por aqui. Começou pela miúda, no dia seguinte ficou o mais pequeno e depois os pais - a nossa primeira gripe familiar. Não sei bem qual é a letra da gripe este ano, mas é das chatas.

Uma autêntica festa. Em particular porque ter duas crianças com febre alta e a precisar de tomar xaropes para baixar a febre de 4/4h, em horários diferentes, é coisa para levar uma mãe quase à loucura. Já para não falar de ranhos e tosses, e de eu e eles fechados em casa quase uma semana. 

A parte boa é que as mães têm um super-poder qualquer que faz com que tenham de ter sempre extra-energia para tratar dos filhos - e por isso, as gripes das mães são coisas leves. E são os mimos e a paciência para dar água, para refrescar a testa, para ler uma história, para dizer que tudo vai passar rápido, que curam as gripes. Não, aqui os antibióticos não mandam nem curam nada, apesar de haver momentos em que tudo pareceria imensamente mais fácil se com uma colher mágica de antibiótico tudo voltasse ao normal mais depressa.

São as mães. As mães é que curam as gripes.

 

E depois de uma semana fechada em casa, devia, pelo menos, ter direito a uns bilhetes para o Star Wars - ouviste, R.? 

 

 

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